O melhor sexo é aquele feito com amor. Mas se ele não está presente, sem dúvida, a melhor transa é aquela feita sem pudor. Sem receita, sem compromisso. Sem juízo. Com línguas, boca, dentes, corpo, alma. Pelos. Pentelhos. Suor. Muito suor. Orelha, nariz, lóbulo. Um suspiro no ouvido, um cheiro na curva da mandíbula, um beijo quente. Sem meias palavras, sem elogios. Gemidos. Tesão. O desnudar pouco a pouco. Cada peça retirada é uma descoberta. Um beijo na escada... “Quando for convidado para ver um filme, lembre-se: ACEITE.” Pode ser uma cantada ou uma afronta. Quando os créditos subirem, você saberá onde continua a parte 2.
Durante, dedos se tocam, lábios se encontram. Pé frio, o resto quente. – Preciso de alguém para me aquecer! O pedido vem seguido de um abraço apertado. Uma mão leve, mas certeira na pegada. Beijos ardentes. Boca que se conhece. A língua, a saliva, os dentes. Beijo com paixão. A camisa sai. A mão encontra a cordinha do short. – Calma! Temos tempo. – Pra que impedir algo que vai acontecer mesmo? – Para que eu possa ficar mais tempo com os meus segredos.
As mãos deslizam pelo cabelos encaracolados. Um afago. Carinho que preenche. Dedos finos que sabem acariciar. Que sabem fazer uma massagem. Deslizam pelas costas. Encontram o desejo. “Ah! Que bunda!” Guardada, sonhada, desejada. Deslumbrante. Dobrinhas esquecidas. Mas que exploradas com a língua, animam qualquer relacionamento. Beirada da coxa, do glúteo, tudo ali recebe um carinho. Vai vem constante. Pelos arrepiados. Excitante. Excitante também o encontro do pé com a mordida. No calcanhar. A língua passando entre os dedos. De leve, com força. Suspiros, gemidos. A massagem leva até o teto. Tesão em chamas. Foge do meu cheiro na nuca. – Isso me leva à loucura! Insisto. Estremece. Suspira. Geme baixinho. Suspira alto. Respira quente.
As mãos deslizam pelo cabelos encaracolados. Um afago. Carinho que preenche. Dedos finos que sabem acariciar. Que sabem fazer uma massagem. Deslizam pelas costas. Encontram o desejo. “Ah! Que bunda!” Guardada, sonhada, desejada. Deslumbrante. Dobrinhas esquecidas. Mas que exploradas com a língua, animam qualquer relacionamento. Beirada da coxa, do glúteo, tudo ali recebe um carinho. Vai vem constante. Pelos arrepiados. Excitante. Excitante também o encontro do pé com a mordida. No calcanhar. A língua passando entre os dedos. De leve, com força. Suspiros, gemidos. A massagem leva até o teto. Tesão em chamas. Foge do meu cheiro na nuca. – Isso me leva à loucura! Insisto. Estremece. Suspira. Geme baixinho. Suspira alto. Respira quente.
A respiração ofegante está no mesmo ritmo. Corações batem na mesma sincronia. Momento ideal para a sinergia. Fuga das cuecas. Elas se perdem no colchão. – Fique de pé? Quero ver sua bunda magrinha. Ousadia. – Você quer, mas eu não vou dar pra você hoje. No próximo encontro. Num outro filme. Viu? Já temos a desculpa para o próximo encontro. “Ligue a televisão e procure qualquer sessão coruja. Só entende quem namora.” Finalmente, a carne. O cheiro do gozo. De sexo. De desejo.
Sugam os mamilos. Mordininhas. Tremem. Pelos enrijecem. A perna fica bamba. O oral, o sopro, o ir e vir do encontro das membranas macias. Uma deliciosa inspiração de quem inventou o boquete. O melhor órgão sexual é a língua. Mole e dura. Sempre usada. Não brocha. Excelência para as bocas performáticas. Massagem com as mãos nas costas. Corpos se encontram. Suores se misturam. Cheiro. Cheiro. Cheiro. – Você é muito gostoso.
Conheci na boate. Olhares instigantes. Telefonema sem propósito. – Vamos ver um filme? Perdi o juízo, porém ganhei o presente da conquista. Do meu jeito. Do meu gosto. Já não é mais oculto. Os corpos já se conhecem iluminados pela lua. Sem pudor.
Intenso. Sincero. Verdadeiro. O gozo. A despedida começa no momento em que há a sublimação do desejo. Gozar é bom. É o resultado de toda a excitação. Porém, também é a hora de ir. Fechar os olhos e sonhar com outros instantes. Limpar o exagerado banho de sêmen. A semente da relação. A semente do amor. O fruto da vida. Inexplicavelmente uma boa história. A melhor transa da vida. Beijos na escada, com gosto de saudade.

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